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sábado, 30 de janeiro de 2010

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Volta as aulas...!!!


Bom dia turma...!!!
Ontem voltei as aulas e foi bacaninha, gente nova na sala, todos com muitas histórias pra contar.!
Só mais um ano daí me formo, ano que vem em Março estarei me formando em Comércio Exterior todo feliz da vida...!!!
A primeira aula foi embalada ao som do ensaio da Consulado do Samba que estava na rua ao lado.!
Estarei acabando a faculdade, daí é esperar um ano pra descansar e partir pra pós.!
E vamos lá cada um construindo o seu futuro, boas aulas pra todos nós...!!!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Maltines e Bloomy vão dominar o próximo Bandas da ilha


Música pesada e muito rock'n roll na Embaixada Beira-Mar Norte, na tarde de quarta-feira
A próxima edição do Projeto Bandas da Ilha Floripa Tem 2010 conta com a presença das bandas Maltines e Bloomy, para embalar a galera com música pesada e autoral. Quem abre a festa são os DJs Bola e Marcos Espíndola, nesta quarta-feira, dia 27, a partir das 18h, na embaixada Beira-Mar Norte.
Os primeiros a subirem ao palco é a Maltines, banda revelação catarinense, composta por Sansara (vocal & sintetizador),Jiva Lin (vocal & guitarra), Cisso Fernando (baixo & backing vocal), Daniel (guitarra) e Marcill (bateria & samples).
Na sequência, é a vez de Bloomy, com os tatuados Israel Rodrigo (voz e guitarra), Jeffs Ventura (guitarra e voz), Celo Pereira (baixo) e Hullio Martins (bateria e voz) comandarem a festa com muito rock'n roll com influências de Foo Fighters, Incubus, All American Rejects, The Killers e Silverchair.
Fonte: ClicRBS

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.


A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz.
E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.
A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural.
Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.
Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar
-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto
acostumar, se perde de si mesma.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Parabéns São Paulo...!!!


Hoje é o aniversário da maior cidade da América Latina...!!!
São Paulo completa 456 anos e eu como bom brasileiro que adora SP presto a minha singela homenagem.!
Já estive em SP várias vezes sempre em tratamento de saúde mas um dia prometo que volto como turista...!!!
Parabéns aos paulistas pela sua história...!!!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Adotar é tudo de bom...!!!


Quem tem ou já teve gatos pode dizer que vale muito a pena ter um felino ...!!!