quarta-feira, 30 de abril de 2008

Amem!




Era só o que faltava!!!


Que me perdoe a família do padre balonista mas foi incrível seu feito, um suicídio!!!


Isto mostra a falta de senso dos padres que seguem em conjunto com petistas e sem terra com ideias mirabolantes na mente crentes em seu objetivos custe o que custar!!!


Este foi o grande exemplo da falta de respeito que esta gente tem pelas pessoas, ele foi atrás de verba e doações para acabar de construir um centro de apoio aos caminhoneiros, ideia até nobre, mas levando-se em conta o que já foi gasto para tentar resgata-lo daria para construir um hotel cinco estrelas para os caminhoneiros.


Uma amiga escreveu em seu Blog que o padre deve estar na ilha de Lost!!!


Espero que ele esteja em paz com Deus e criando juízo!!!


E para nós resta correr atrás do prejuízo!!!

terça-feira, 29 de abril de 2008

Ciclo de Palestra com: DR Drauzio Varella 28/04/2008


A palestra realizada pelo renomado medico Drauzio Varella foi na Brasil Telecom de Brasília, transmitida para todas as filiais do Brasil por meio de vídeo conferencia.
O foco principal da palestra foi a saúde humana no foco urbano, feita a comparação da população de hoje com a década de 50,60. Foi constatado que à tempos atrás a vida era menos sedentária, as pessoas eram magras e hoje com o avanço da tecnologia nos tornamos sedentários e por conseqüência mais obesos.
Feita uma forte comparação a diversidade de alimentos que temos hoje e comparando ao estilo de vida das duas épocas constatou a diversidade existente hoje mesmo na periferia encontra-se pessoas obesas.
Fato atribuído ao estilo de vida e pelo avanço da tecnologia, nos dias atuais uma pessoa reclama que correu o dia todo mas se formos contar os passos ela andou não mais que 200 metros pois o resto foi feito por meio de carro, ônibus, escada rolante e elevador.
Em tempos atrás as pessoas andavam com mais freqüência em seu dia-a-dia, se dirigiam ao trabalho, almoçavam em casa, havendo um maior deslocamento.
Em uma comparação maior Dr Drauzio relatou que nas décadas de 50 e 60 a estimativa de vida era menor porem um homem aos 30 anos era mais saudável do que um homem com a mesma idade hoje, a vantagem do homem de hoje é o tratamento de seus males que evoluiu muito.
Segundo Dr Drauzio somente a atividade física evita os males da vida sedentária e da ação do tempo, o prazer do exercício não está no esporte em si, mas no encerramento dele quando a pessoa para de se exercitar e os agentes ativados com a atividade voltam a se regularizarem e a tomar um novo equilíbrio, o problema é que o individuo que se exercita após sempre comete erros como comer e descansar.
O ato de deitar não é o vilão, os antigos tinham este habito, o problema é nos exercitarmos e passarmos mais de 80% do tempo sentados; quando deitamos estamos cansados sim, cansados mentalmente não o corpo.
Outro tema importante discutido na palestra foi as drogas em uma comparação feita na dependência onde se mostrou que para um viciado é mais fácil largar do craque, heroína ou maconha do que do cigarro.
Tornando o cigarro e a bebida as piores drogas existentes com efeitos mais maléficos a sociedade.
Já que as demais citadas causam maior dano ao próprio usuário, sendo o craque uma droga localizada onde tirando o dependente do meio vicioso é observado uma rápida melhora, já o cigarro é altamente vicioso e danoso para a saúde.
“Se você deseja o mal a um inimigo deseje que ele morra pelos males do cigarro”.
O fumante não para de fumar nem mesmo com câncer ou algum outro mal.
E a solução não é diminuir gradativamente o uso mais sim parar repentinamente, um ex fumante depois de um ano terá suas condições cardíacas e pulmonar estabelecidas como se nunca houvesse fumado, já o fumante pode ter um ataque cardíaco a qualquer momento.
Foi citado pelo DR o porque uma empresa do porte da Brasil Telecom não tem nenhuma campanha contra tabagismo aos seus colaboradores.
A palestra ministrada pelo DR: Drauzio Varela serviu para mostrar que somos os únicos responsáveis pela maquina perfeita que é o nosso corpo, somos os únicos capazes de mudar estatísticas humanas de morte prematura e aumentar o nível da qualidade de vida.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Quem morre?

Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o preto no branco
e os pingos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade.
Pablo Neruda

terça-feira, 15 de abril de 2008

Música digital se encontra no celular

Enquanto as gravadoras quebram a cabeça para vender música online, operadoras e fabricantes já faturam nesse mercado O Brasil nunca teve tantas lojas de músicas. Em fevereiro, elas já eram mais de 124 milhões. É praticamente mais de uma loja para cada dois brasileiros. Mas espere aí. Todo mundo sabe que está cada vez mais difícil encontrar lojas especializadas em CDs. Não, o Link não enlouqueceu: a cifra acima reflete o número de celulares no Brasil - e, como muita gente tem usado os aparelhinhos para comprar música, nossos telefones já são potencialmente verdadeiras lojas portáteis de música. Em 2007, as vendas de música pelo celular movimentaram R$ 18,5 milhões - 127% a mais do que em 2006, segundo o balanço da Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD), divulgado há duas semanas. A receita ainda é pequena, comparada à dos CDs, que foi de R$ 215 milhões. Mas, por outro lado, menos CDs são vendidos a cada ano no País. Em 2005, os brasileiros compraram 46,2 milhões de unidades. Já no ano passado, foram 25,4 milhões. Uma redução de mais da metade em apenas dois anos. 'Estamos em um momento em que se torna muito mais importante entender a música como conteúdo do que apenas o suporte de vendas', analisa José Peña, gerente de novas mídias da gravadora EMI. E qual o papel do celular para renovar a indústria musical? No Brasil, vender música digital pelo celular tem sido uma saída para a queda nos lucros das gravadoras muito mais efetiva do que, por exemplo, as lojas de músicas pela internet. Duas razões até bem simples explicam isso: a pequena quantidade de brasileiros que acessam a rede em casa e a facilidade de pagamento pelas músicas compradas via fone. É que a maioria das pessoas que baixam música pelo celular são os adolescentes, que raramente têm um cartão de crédito para comprar música pela internet, e jovens adultos de até 30 anos. A evolução da tecnologia também contribuiu bastante para a revolução. Desde os primeiros aparelhos capazes de tocar os ringtones mais simples até os últimos modelos que aceitam cartões de memória de até 4 gigabytes e têm botões especiais para controlar as músicas. 'A partir dos truetones (trecho de uma música como toque de celular) as operadoras descobriram que existia uma nova forma de gerar receita. As gravadoras, que estavam desesperadas com as quedas de vendas, entraram com as bandas e foi criada uma combinação', diz Michael Gartner, analista do instituto de pesquisas Gartner. A mudança que os telefones trouxeram é tão impactante que já tem gente abandonando o tocador de MP3 para escutar música só pelo celular, o caso de Ernesto Ariwitzki, de 28 anos. Depois de comprar seu celular musical, nunca mais usou seu tocador MP3. O Link foi atrás das gravadoras, operadoras, fabricantes de celulares, artistas e especialistas para entender por que os telefoninhos têm feito tanta gente dançar. Quer saber ainda quais são os melhores celulares musicais? Confira um teste com quatro dos principais modelos. Abra o flip e dê o play. RANKING DOS HITS MAIS BAIXADOS Para fazer sucesso no telefone, a música tem de estar na boca do povo. Entre as faixas mais baixadas em celulares, nada de revelações ou surpresas - prevalecem nomes bem conhecidos do público. Do rock ao axé, há espaço tanto para sucessos das baianas Pitty e Ivete Sangalo quanto para músicas de Armandinho, MC Créu e Rihanna.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Paraiso 2!!!!







Eu sempre cumpro com as minhas promessas e uma delas foi postar fotos do paraíso aqui, para os que esqueceram o paraíso que digo é o Costão do Santinho risord onde passei o fim de semana em um encontro da empresa onde trabalho!!!!



Foi muito bom e não seria correto não dividir as fotos né???!!!!





terça-feira, 8 de abril de 2008

As Sandalhas da Humildade!


Seis integrantes do Povo de Massai ao norte da Tanzânia foram a Londres atrás de recursos para levar água potável a seu povo que sofre andando durante dias e noites atrás de água.

Mas o que impressionou a opinião publica foi a sandalha da pequena comitiva pois são sandalhas feitas com pneus!

Não se sabe se estas sandalhas foram feitas para dar o bom exemplo aos nobres londrinos e consequentemente ao mundo, ou é o único recurso existente por eles para ter um calsado!

Mas o que importa é que as pessoas a dita opinião publica já intendeu o recado.

Um grande exemplo de reaproveitamento do lixo pois sabemos que muitos povos de outros países andam descalços e não tem a magnifica ideia que eles tiveram!

Eles merecem todo o apoio e a consideração e estou torcendo para que consigam levar a tão necessária água potável á seu povo!!!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

A Ùltima Corda!

Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.
As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de assistir seu espetáculo.
Certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo.
A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o público delirou.
Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescritível.
Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.
De repente, porém, um som estranho interrompe o devaneio da platéia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.
O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini não parou.
Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.
O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.
Mal o público se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino do virtuose se rompe.
O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini não parou.
Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou, tirando sons do impossível.
O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.
Mas o público não poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!
Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.
O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára. Mas Paganini... Paganini não pára.
Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído.
Paganini atinge a glória. Seu nome corre através do tempo.
Ele não é apenas um violinista genial, mas o símbolo do ser humano que continua diante do impossível.
* * *
Este é o espírito da perseverança, da criatividade e habilidade perante os obstáculos naturais da vida no Mundo.
Lembremos desta história, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.
Afirmemos no íntimo: Eu sei que posso continuar!
Afirmemos para a alma: Não é qualquer adversidade que irá me derrubar, que irá me fazer desistir!
Perceberemos então, com encanto, que muitas vezes nossas mãos calejadas, obrigadas a retirar sons de uma única corda, estão sendo amparadas por mãos invisíveis de Misericórdia.
Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.
À maneira de um público empolgado que incentiva o artista, o Invisível nos dá forças, nos alimenta o ânimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.
Continuemos... Sem medo, sem hesitação.
Toquemos nossa música da alma para o céu azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas de nossa rabeca, ou apenas com uma delas.
Não deixemos de tocar.
Redação do Momento Espírita com base em texto de autor desconhecido, recebido pela Internet.
Em 31.03.2008.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Muuuuuito Bom!!!!!


Assisti ontem na rede Bandeirantes de televisão o programa CQC ( Custe o Que Custar).

E achei o programa super legal, criativo e ousado!!!

Acho que não foi sua estreia ontem mas foi a primeira vez que o vi e com certeza vou continuar assistido!!!

Com certeza este programa vai desbancar a turma do Pânico da rede TV!!!

Muito bom ver que ainda temos pessoas criativas e ousadas neste pais!

Vale a pena ver!!!